O produtor escocês comanda o início de 2020 com um novo projeto que mistura influências progressivas e experiments musicalísticas.
Na esteira de lançamentos que marcou o início de 2020, Grum, o renomado produtor escocês, decidiu abrir um novo capítulo em sua carreira com o lançamento do Deep State Recordings, um selo que reflete sua evolução artística e sua busca por sonhos que transcendem os limites do eletrônico tradicional. Com uma proposta que mistura elementos de progressive house e experimentações sonoras, o projeto já ganha força com a promessa de novos artistas e colaborações que Dialogam com as raízes do movimento.
A estreia do Deep State Recordings já traz uma roster diversificada, com artistas emergentes e consolidados que compartilham a visão de Grum: criar espaço para composições que exploram texturas auditivas complexas e narrativas instrumentais. O selo, diz a equipe por trás do projeto, será um laboratório para experimentos, mas sem perder a essência dançante que tornou Grum uma figura respeitada no cenário global. Entre os primeiros lançamentos, destacam-se EP’s que mesclam sintetizadores analógicos com batidas minimalistas, atrairão tanto os fãs do estilo original quanto os amantes de viagens sonoras mais ousadas.
Para Grum, o Deep State Recordings é mais do que um selo: é uma extensão da sua visão de mundo. Em entrevista recente, ele destacou que o nome do projeto reflete a ideia de explorar camadas ocultas da criatividade humana, trazendo à tona sons que habitam os recessos da mente coletiva. Com isso, o produtor reafirma sua posição como um dos arquitetos do eletrônico contemporâneo, sempre em busca de novas formas de expressão.



