O novo volume da série ‘A State Of Trance Classics’ reafirma o domínio do holandês sobre o cenário eletrônico global com faixas imortais.
Quando o mundo acha que já conhece todas as facetas de Armin van Buuren, o mestre holandês da música eletrônica surpreende mais uma vez. A State Of Trance Classics Vol. 12 chega como um convite para redescobrir o que tornou o trance um dos subgêneros mais venerados da história da dance music. É um mergulho nostálgico, mas cheio de frescor, como se cada batida fosse um portal aberto para momentos que marcaram gerações inteiras de ravers e festivos.
O álbum reúne versões completamente unmixed de algumas das faixas mais icônicas já lançadas sob o selo A State Of Trance. Para quem viveu as noites de 2000 e 2010 com os fones grudados, o volume funciona como um mapa sonoro de uma era dourada — aquela em que as transições de Armin no palco mainstage faziam o chão tremer sem que a gente precisasse explicar por quê.
Com produção impecável e curadoria cuidadosa, A State Of Trance Classics Vol. 12 não é apenas um relançamento — é uma declaração de que o som do holandês transcende modismos e tendências passageiras. Os clássicos que compõem o material ainda ressoam com a mesma energia e emoção de quando surgiram pela primeira vez, provando que boa música eletrônica é, acima de tudo, atemporal.



