O produtor holandês entrega uma reinterpretação que mescla a energia original com batidas progressivas que fazem o corpo inteiro reagir.
Quando Nicky Romero decide colocar as mãos em uma track, o resultado raramente decepciona. E mais uma vez ele provou o motivo pelo qual o mundo da música eletrônica o admira tanto: seu remix de Young, hit dos Chainsmokers, chegou para transformar o que já era conhecido em algo ainda mais envolvente.
h2>A mão de Nicky Romero sobre um clássico pop de eletrônica
Os Chainsmokers construíram Young com uma base melódica que prende desde o primeiro segundo. Nicky Romero, por sua vez, viu nisso a oportunidade perfeita para enfiar sua assinatura progressiva. O resultado é uma versão que respira de forma diferente: o build-up é mais longo, as texturas são mais densas e a energia explode de um jeito que só ele sabe fazer.
Quem conhece o trabalho de Romero sabe que ele não tem medo de fazer as batidas falarem mais alto. Cada camada sonora foi cuidadosamente pensada para manter a essência vocal do original enquanto o arranjo progride até um ponto de climax que é praticamente inevitável — impossível ficar parado quando essa track toca.
Um remix que merece estar nas playlists
Se você curte eletrônica que tem peso, que tem evolução e que faz sentido tanto no fone quanto na pista, esse remix precisa entrar na sua rotação. Nicky Romero não apenas homenageia os Chainsmokers — ele eleva a faixa a um patamar que só alguém com anos de experiência no Progressive e no Electro poderia alcançar.



