A CEO da IDW, Potyra Lavor, compartilha sua visão estratégica sobre a sustentabilidade e expansão do setor, defendendo a descentralização e valorização de talentos em todo o Brasil.
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- Potyra Lavor, CEO da IDW, debate o futuro da indústria musical no Rio2C.
- O painel aborda a sustentabilidade financeira, logística e cultural do entretenimento ao vivo.
- Potyra defende a descentralização do mercado, expandindo eventos para além do eixo Rio-São Paulo.
- A executiva ressalta a importância de aproveitar o “hype” da cultura brasileira globalmente.
O Rio2C, o maior encontro de criatividade da América Latina, mais uma vez se posiciona como um epicentro de debates cruciais para o futuro do entretenimento. Em um dos painéis mais aguardados, Potyra Lavor, a visionária CEO da IDW – empresa à frente de iniciativas grandiosas como o festival AFROPUNK Brasil – subiu ao palco para desvendar os bastidores e os caminhos que a indústria da música e do entretenimento ao vivo no Brasil precisa trilhar. A discussão, realizada em parceria com o veículo Mundo da Música, contou também com a mediação de Laís Alencar e a participação de Luiz Restiffe e Juliano Libman, da InHouse, prometendo uma análise aprofundada que vai muito além dos line-ups.
Longe dos holofotes dos palcos, o foco da conversa foi a complexa engrenagem que move o setor: sua economia, logística e o impacto cultural. Potyra Lavor trouxe para o debate a perspicaz visão analítica da IDW sobre a sustentabilidade financeira e operacional por trás de grandes experiências ao vivo. Ela pontuou os principais desafios e gargalos que ainda freiam o crescimento e a expansão do entretenimento nacional, enfatizando a necessidade de uma abordagem coletiva. Para a executiva, é fundamental que as empresas do ramo colaborem para gerar novas oportunidades e valorizar os profissionais e talentos que constroem este mercado.
Um dos pontos mais fortes da apresentação de Potyra foi a defesa incisiva da descentralização da indústria. A CEO da IDW argumentou veementemente sobre a importância de levar as grandes experiências musicais para além do tradicional eixo Rio-São Paulo, explorando e potencializando a riqueza cultural de outras regiões brasileiras. Além disso, a executiva abordou o momento de destaque que a cultura latina e brasileira vive globalmente, destacando as estratégias para que o país capitalize esse “hype” e se estabeleça como um especialista na criação e execução de experiências ao vivo de alto nível.
“A IDW é essa empresa de destaque no mercado nacional, mas a gente entende claramente que, além dos nossos objetivos da nossa visão enquanto empresa, a gente precisa dedicar uma energia similar com o olhar de mercado mesmo, de fortalecimento, de busca por avanços e de mudanças que sejam positivas para todas as empresas, para os talentos envolvidos nelas. E para esse olhar também de expansão sempre, que é algo sempre muito forte nosso, de expansão do mercado para além do eixo econômico no nosso país, né? Então, aproveitando todo o potencial que o Brasil tem. Quanto maior a gente tiver em outros mercados brasileiros fora do eixo Rio-São Paulo também, acho que isso é positivo para o Brasil como um todo e começa a avançar o país.” — Potyra Lavor, CEO da IDW
O painel se consolidou como um evento imperdível para todos os envolvidos na economia criativa – de produtores a marcas e entusiastas – que buscam compreender as transformações em curso e vislumbrar o futuro vibrante do Mercado da Música no Brasil. A visão de Potyra Lavor reforça que o caminho para um setor mais robusto e equitativo passa pela inovação, colaboração e pela valorização da diversidade cultural do nosso país.
💡 Você sabia que a IDW, liderada por Potyra Lavor, é a empresa por trás da realização do aclamado festival AFROPUNK Brasil, um dos maiores eventos de celebração da cultura negra no país?



