Itaú revela nova experiência de 25 anos no Rock in Rio

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Pavilhão repaginado, Listening Club com DJs de vinil e uma filosofia que entende que o festival vai muito além do palco.

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⏱️ Em 5 segundos:

  • Itaú completa 25 anos de parceria com o Rock in Rio com um pavilhão de mais de 1.000 m² e três andares repensados para diferentes formas de viver o festival.
  • Novidades incluem o Listening Club — espaço VIP com DJs residentes especializados em vinil e curadoria imersiva — e a volta de ativações como a roda gigante e copos colecionáveis.
  • Segundo o banco, a proposta é acompanhar como o público de festivais evoluiu, transformando o evento em uma experiência que não termina quando o último show acaba.

Há um quarto de século, o Itaú assumiu o compromisso de não apenas patrocinar, mas de estar presente na história do Rock in Rio. Em 2026, essa parceria se reinventa mais uma vez — desta vez, colocando o fã como protagonista absoluto de uma experiência que se recusa a ser apenas mais um espaço de branding entre um show e outro. O que temos aqui é uma evolução genuína na forma como uma marca entende que a cultura de festivais hoje é um ecossistema inteiro, e não um simples line up para ser consumido em série.

A trajetória de 25 anos do Itaú no Rock in Rio espelha a própria transformação da cultura de festivais nas últimas duas décadas. Se nos anos 2000 um patrocinador bastava estampar seu logotipo no palco principal e torcer pela visibilidade, hoje o público exige participação, autenticidade e memórias. O estudo Panorama 2025 do Mapa dos Festivais deixou isso claro: socialização, pertencimento e autoexpressão estão no topo das motivações de quem frequenta esses eventos. É exatamente nessa interseção que o banco posicionou sua estratégia — entendendo que a relação das pessoas com a música ao vivo se estende muito além dos dias de festival.

O Pavilhão Itaú desta edição é a materialização concreta dessa filosofia. Com mais de 1.000 m² distribuídos em três andares, o espaço não foi pensado para impressionar pela escala, mas para acompanhar diferentes ritmos de vivência. No térreo, a Praça Itaú funciona como um ponto de encontro e recarga — tanto de energias quanto de celulares. No segundo andar, o Piso Pista aposta na interação direta com DJs durante os intervalos e apresentações especiais. E no terceiro andar, o Mirante Itaú Uniclass oferece uma vista privilegiada para clientes do banco. A arquitetura do pavilhão, enfim, conversa com a maneira como o público de festivais se move: em camadas, em buscas distintas, em momentos coletivos e individuais.

Mas é no Listening Club que a proposta ganha contornos verdadeiramente relevantes para quem acompanha a cena eletrônica e a cultura dos festivais. Instalado na área VIP e voltado a clientes Itaú, Itaú Personnalité e Itaú Private Bank, o espaço conta com DJs residentes especializados em vinil, curadoria pensada para cada dia do festival, tratamento acústico dedicado e equipamentos voltados para uma escuta imersiva — com capacidade de cerca de 60 pessoas por sessão. Em uma era em que a nostalgia pelo vinil voltou com força total nas pistas de todo o mundo, o Listening Club não é apenas um diferencial de mercado: é uma declaração de que a experiência sonora dentro de um festival pode — e deve — ter camadas de profundidade que vão muito além do sistema de som do palco principal.

Outro ponto que merece atenção é a maneira como o Itaú entende que o último show não encerra a experiência. Há pelo menos dez anos, o Pavilhão mantém programação própria após o encerramento das atrações do Palco Mundo, e em 2026 isso volta a acontecer com apresentações especiais no Piso Pista. A lógica é clara: traduzir uma característica central do público de festivais — a busca pelo inesperado, aquela vontade de continuar a noite mesmo quando tudo parece ter acabado. É a mesma essência que move as pistas após o encerramento oficial em qualquer grande evento de música eletrônica do mundo.

Experiências como a roda gigante — ponto de encontro e registro visual icônico da Cidade do Rock — e os copos colecionáveis desta edição, com artes de Ananda Colaa e Matheus Vieira (com cerca de 100 mil unidades previstas para distribuição), funcionam como marcadores físicos de uma memória que o fã leva para casa. São elementos que transformam o festival de algo efêmero em algo tangível — e que, no contexto da cultura de festivais contemporânea, fazem todo o sentido. Com 25 anos de estrada, o Itaú não apenas acompanhou a evolução do Rock in Rio: ajudou a moldá-la. E o que se espera para as próximas edições é apenas um reflexo de como a relação entre marcas, público e música ao vivo continuará a se aprofundar.

Curiosidade Vibermix

💡 Você sabia que a primeira edição do Rock in Rio, em 1985, durou 10 dias e atraiu cerca de 1,38 milhão de pessoas — sendo considerado pela época como o maior festival de música do mundo?

— Douglas W.