A morte do vocalista e baixista do venom marca a passagem de uma era vital para o gênero britânico.
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⏱️ Em 5 segundos:
- cronos, vocalista e baixista do Venom, faleceu aos 63
- Legado fundamental na história do metal negro britânico
- Impactos duradouros na cena musical alternativa
O mundo da música alternativa sente uma perda irreparável com o falecimento de Conrad “Cronos” Lant, fundador e vocalista do lendário Venom, aos 63 anos.
Formado em Newcastle upon Tyne na Inglaterra, no final da década de 1970, o grupo tornou-se uma referência absoluta no desenvolvimento do black metal, lançando clássicos como “Welcome to Hell” em 1981 e “Black Metal” em 1982, obras que definiam o som extremo da época.
Cronos começou na banda tocando baixo após ter iniciado sua carreira com a guitarra rítmica, assumindo o nome artístico “Cronos” quando se juntou ao grupo em 1980, e a partir dessa data ficou como a voz e a essência sonora da banda em toda a sua trajetória de quatro décadas.
Seu legado vai muito além de álbuns icônicos; ele criou uma estética visual e sonora que influenciou gerações inteiras de guitarristas e bandas de metal pesado, incluindo Slayer, Cradle of Filth e Dimmu Borgir, consolidando seu status como um dos arquitetos do gênero.
O fórum do Velvet Underground e outros espaços culturais já debatem as razões pelo qual o grupo manteve seu caminho independente, e agora é preciso lidar com a ausência de uma voz tão distinta e introspectiva, cujas letras sombrias e imagens visuais permanecem profundamente marcantes.
Como a banda declarou nas redes sociais em sua homenagem, Conrad era descrito como “intransigente, destemido e inconfundível”, características que marcaram a identidade do Venom e que, embora seja impossíveis prever como a cena evoluirá sem sua presença física, garantem que seu espírito continuará inspirando novos talentos.
Apesar da tristeza, o legado do Venom se mantém vivo através das performances contínuas da banda com Nathan, filho de Cronos, e das composições que o artista deixou para trás, como o último disco “Into Oblivion” lançado em 2023, que consolidou seu trabalho até o final.
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— Douglas W.


