O ano de 2016 foi decisivo na carreira de Martin Garrix: ainda jovem, o produtor holandês já era uma lenda da música eletrônica, estreou seu projeto misterioso AREA21 em parceria com Maejor e conquistou o topo da pesquisa Top 100 da DJ Mag, dando início a uma sequência de três anos consecutivos no primeiro lugar. Em meio a tantos marcos, o artista lançou ‘Oops’ como seu terceiro single daquele ano – uma faixa leve, descontraída e que, até hoje, figura entre as produções mais subestimadas de seu catálogo.
Um clássico do progressive house fora dos holofotes
Diferente de seus grandes sucessos posteriores feitos em parceria com nomes de peso do pop global, como Dua Lipa, Khalid, Bonn e Bebe Rexha, ‘Oops’ é uma produção puramente instrumental. Ao longo de seus 4 minutos de duração, Garrix constrói um clássico do progressive house repleto de energia positiva, utilizando sons inspirados em jogos de videogame de oito bits e recortes vocais lúdicos que dão ainda mais personalidade à faixa.
Seis anos após seu lançamento, ‘Oops’ segue provando a versatilidade de Martin Garrix, que consegue entregar produções radiofônicas de massa e também pérolas voltadas ao público mais purista da música eletrônica. A faixa é um exemplo perfeito de como o produtor consegue mesclar nostalgia e modernidade, criando um som que mantém sua relevância mesmo após todo esse tempo.


