A 10ª edição do Women’s Music Event movimentou São Paulo com debates inspiradores, shows vibrantes e o empoderamento de mulheres na Indústria Musical, culminando em uma celebração do hip hop.
⏱️ Em 5 segundos:
- A 10ª edição do Women’s Music Event (WME) atraiu mais de 15 mil pessoas em São Paulo.
- O evento promoveu debates sobre cultura paraense, expansão do funk e ferramentas digitais.
- Palcos receberam talentos do rock, ritmos variados e uma celebração especial do hip hop.
- Nanda Tsunami e Stefanie foram destaques, com Nanda compartilhando sua alegria antes de turnê europeia.
- As fundadoras Claudia Assef e Monique Dardenne celebraram o impacto e o legado de autoestima e conhecimento.
A vibrante metrópole de São Paulo foi palco de um evento histórico para o cenário musical nacional. Entre os dias 18 e 21 de junho, a 10ª edição do Women’s Music Event (WME) reuniu mais de 15 mil entusiastas e profissionais, consolidando-se como o principal ecossistema dedicado ao protagonismo feminino na música. Com uma programação diversificada que incluiu debates profundos na Biblioteca Mário de Andrade, festas na Heavy House e apresentações abertas ao público na Praça Dom José Gaspar, o WME 2026 encerrou suas atividades com uma explosão de energia e talento, especialmente no domingo, com uma celebração memorável do hip hop brasileiro.
Os primeiros dias do evento foram marcados por uma rica troca de conhecimentos e experiências. A quinta-feira (18) abriu com discussões sobre a cultura paraense, mediadas por Claudia Assef e com a participação de Treme Keila, seguidas por shows de Nina Maia, Anny B, Cremosa Vinil e Mari Rossi. Nos dias seguintes, o foco se dividiu entre a capacitação e a música. Painéis sobre investimentos públicos e a ascensão global do funk, com empresárias como Gabriela Caramigo, Alana Leguth e Izabel Marigo, conduzidas por Renata Prado, trouxeram perspectivas valiosas. Um dos pontos altos foi a audição de novos talentos, que lotou a sala com a presença de Roberta Martinelli, Mônica Brandão, Tulipa Ruiz e Karol Conká, evidenciando a busca por novas vozes na indústria.
As tardes do WME 2026 brilharam com apresentações gratuitas que cativaram o público. A sexta-feira (19) foi embalada pela fusão de ritmos com as vozes marcantes de Catto e Bruna Black. O sábado (20) vibrou com a energia do rock, com as performances das bandas The Monic e Mercenárias. Paralelamente, oficinas de capacitação abordaram temas cruciais, como o uso de ferramentas digitais avançadas na criação musical, lideradas por Veronyka Gimenes. Houve também um bate-papo inspirador com Linn da Quebrada e uma mesa sobre liderança feminina nos bastidores, com Fernanda Takai, Karla Megda, Luiza Thesin e Renata Gomes, além de sessões sonoras relaxantes com as DJs Anazú, Paula Chalup, Ana CMP, Bby Hitz! e Sue.
O ápice do WME 2026 chegou no domingo, inteiramente dedicado ao poder do hip hop. A DJ Vivian Marques aqueceu o público com uma seleção impecável, preparando o terreno para a madrinha desta edição, Stefanie, que dividiu o palco com as convidadas Ieda Hills e Flavia K. O encerramento apoteótico ficou por conta de Nanda Tsunami, que entregou uma apresentação impactante e cheia de performance. Emocionada, a artista compartilhou com a plateia paulista a alegria de sua iminente turnê europeia, descrevendo o show no WME como o melhor presente antes de sua estreia internacional. A imagem de Nanda Tsunami no palco, capturada por Mariana Smania, é um testemunho da energia do momento.

As criadoras da plataforma, Claudia Assef e Monique Dardenne, expressaram grande satisfação com o sucesso desta edição que celebra uma década de existência. Claudia Assef ressaltou o papel acolhedor do festival: “Estamos realizadas com esta edição de 10 anos. Recebemos um público vindo de muitas cidades, inclusive uma forte presença de mulheres do Norte e Nordeste. Sentimos que o WME realmente se tornou uma entidade, capaz de furar bolhas e levar autoestima para mulheres que trabalham com música em diferentes profissionais dessa engrenagem”. Monique Dardenne complementou, enfatizando o legado transformador da iniciativa: “E, afinal, autoestima, conhecimento e bons contatos são os motores para fazer com que elas se posicionem no mercado e consigam pagar seus boletos com música. Para nós, esse é o legado mais importante que o WME pode deixar”. Após movimentar São Paulo, a organização já se prepara para sua tradicional premiação anual, que reconhece e celebra as mulheres da indústria musical.
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💡 Você sabia que o Women’s Music Event (WME) é considerado o maior ecossistema focado no protagonismo feminino da indústria da música no Brasil, atuando há uma década para impulsionar e dar visibilidade às mulheres do setor?
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