O rapper baiano lança um disco que desafia fronteiras entre tradição e inovação, criando um retrato sonoro da Bahia contemporânea.
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⏱️ Em 5 segundos:
- Vandal lança “Vanguardah” às plataformas na quinta-feira (13), Dia de Santa Dulce dos Pobres, trazendo uma fusão inédita entre rap, pagodão baiano e samba-reggae.
- O álbum, com dez faixas, conta com produção de Russo Passapusso, Tiago Simões, Calibre MC e Seko Bass, além de participação de DJ KL Jay, Giovanni Cidreira e Josyara.
- O disco explora ancestralidade, memória e religiosidade, transformando a Bahia em matéria-prima de uma narrativa contemporânea sobre a cidade e suas manifestações culturais.
Vandal estreia álbum Vanguardah: quando rap, pagodão e samba-reggae se encontram na Bahia
O rapper baiano lança um disco que desafia fronteiras entre tradição e inovação, criando um retrato sonoro da Bahia contemporânea. Ao cruzar rap, pagodão baiano e samba-reggae, o álbum de Vandal constrói uma narrativa que resgata a alma de uma região muitas vezes ignorada pelo mainstream musical.
Nascido Luis Sidnei Barbosa Correia, Vandal cresceu ouvindo pagodão antes de se aproximar do hip-hop, uma trajetória que o tornou um dos nomes mais representativos da cena musical brasileira. A relação entre essas duas linguagens aparece como um dos eixos centrais de “Vanguardah”, um álbum que reúne dez faixas e amplia a pesquisa sonora iniciada pelo artista em seus trabalhos anteriores.
O disco chega às plataformas na quinta-feira (13), Dia de Santa Dulce dos Pobres no calendário religioso baiano, marcando um momento especial para a cena. A direção musical foi confiada a Russo Passapusso, integrante do BaianaSystem, enquanto a produção musical é assinada por Tiago Simões, Calibre MC e Seko Bass, com direção artística dividida entre Phodismo e o próprio Vandal.
O repertório do álbum conta com participações de nomes de diferentes pontos da música baiana e do hip-hop nacional, como DJ KL Jay, Giovanni Cidreira, Hiran, Josyara, Liz Reis e Russo Passapusso, que aparecem em diferentes momentos do repertório. A participação de Ubiratan Marques, também produtor do disco, leva o álbum a dimensões orquestrais, com a assinatura da produção musical de “Anjoh bomh dah Bahiah” e a divisão da composição com Vandal.
Memória e ancestralidade atravessam o disco
Ancestralidade, memória e religiosidade aparecem como temas recorrentes em “Vanguardah”. Em vez de tratar a Bahia como cenário, Vandal parte de experiências pessoais para construir uma narrativa sobre a cidade e suas diferentes manifestações culturais.
O “h” como assinatura de Vandal
A grafia das músicas de “Vanguardah” segue uma característica recorrente na obra de Vandal: o acréscimo da letra “h” ao final das palavras, funcionando como uma espécie de assinatura visual e sonora do rapper. Essa estética acompanha uma trajetória que ganhou destaque no hip-hop brasileiro com “Tipolazvegazh”, mixtape lançado em 2015, mas “Vanguardah” amplia essa abordagem ao aproximar essas referências de ritmos diretamente ligados à formação musical do artista.
Ancestralidade, memória e religiosidade aparecem como temas recorrentes em “Vanguardah”, onde Vandal parte de experiências pessoais para construir uma narrativa sobre a cidade e suas diferentes manifestações culturais. O álbum é um marco na carreira do artista, consolidando-o como um dos principais representantes do hip-hop contemporâneo e abrindo portas para novas colaborações na cena baiana.
Você sabia que a grafia de ‘Vanguardah’ segue uma característica recorrente na obra de Vandal: o acréscimo da letra ‘h’ ao final das palavras, funcionando como assinatura visual e sonora do rapper desde o mixtape ‘Tipolazvegazh’ de 2015?
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— Douglas W.


