O rapper rebate a Doja Cat e a Pitchfork, defendendo o uso de IA em seu nono álbum, $Starface, e comparando a tecnologia ao Auto-Tune.
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⏱️ Em 5 segundos:
- Tyga rebate críticas de Doja Cat e Pitchfork, defendendo o uso de IA em seu álbum $Starface.
- O rapper afirma que a produção vocal e instrumental foram feitas sem IA, usando a tecnologia apenas como recurso de synth e efeitos.
- Ele descreve $Starface como um personagem e artista totalmente novo, fora das regras tradicionais da hip‑hop.
Tyga surpreende ao rebater duramente as críticas que cercam seu nono álbum, $Starface, ao revelar que usou Inteligência Artificial como ferramenta criativa, transformando a controvérsia em um marco de autonomia artística.
Lançado no fim do mês passado como sequência de NSFW (2025), o disco marca a nona incursão do rapper na estúdio e já gerou debate por incorporar IA na produção, embora ele tenha garantido que apenas recursos de synth e efeitos foram criados com a tecnologia, mantendo a escrita das músicas e os vocais totalmente humanos.
Doja Cat, que já colaborou com Tyga em duas faixas, não poupou críticas durante uma transmissão ao vivo, chamando-o de “um pênis” por ter feito um álbum com IA; Tyga respondeu que ainda a ama, mas que ela “fez um álbum demoníaco”, sem especificar a qual trabalho se referia, enquanto a Pitchfork concedeu ao álbum a menor nota possível, zero, descrevendo-o como “arrogante, complacente e deprimente”.
Em entrevista ao TMZ Live, o rapper afirmou que “não existem mais regras” e que, após mais de 15 anos de carreira, sente a necessidade de experimentar novos caminhos, reforçando que o projeto apresenta o personagem $Starface, um artista fictício com estética própria, totalmente separado de seu repertório habitual.
A análise crítica destaca que a postura de Tyga reflete uma tendência maior da Música contemporânea, onde a inteligência artificial deixa de ser mera moda e passa a ser um instrumento legítimo, similar ao que ocorreu quando o Auto‑Tune revolucionou o rap; ao defender seu processo, ele sinaliza que a resistência inicial pode gerar uma nova fase criativa, embora a recepção ainda seja polarizada.
Olhando para o futuro, a adoção de IA nos álbuns de artistas como Tyga pode abrir portas para produções mais experimentais e personalizadas, mas também exige diálogo aberto entre tradicionalistas e inovadores, making o cenário da música eletrônica e hip‑hop mais dinâmico e imprevisível.
💡 Você sabia que Tyga afirmou que o diabo usa um tridente, referindo‑se à Pitchfork, e que ele compara a IA ao Auto‑Tune, dizendo que “não existem mais regras”?
— Douglas W.


