A edição de 2026 do American Music Awards em Las Vegas surpreendeu a todos, com a ascensão meteórica de novos talentos e o inesperado ‘snub’ de superestrelas como Taylor Swift.
⏱️ Em 5 segundos:
- Taylor Swift, apesar de oito indicações, não levou nenhum prêmio no AMA 2026.
- Artistas como KATSEYE, HUNTR/X e Sombr foram os grandes vencedores da noite, com três troféus cada.
- A premiação em Las Vegas destacou a diversidade musical, incluindo a categoria dance/eletrônica.
- Morgan Wallen foi novamente esnobado na categoria de álbum country favorito.
- Shakira e Tyla brilharam em categorias sem gênero definido, mostrando a força de artistas latinas e africanas.
A MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, foi palco de uma das edições mais imprevisíveis do American Music Awards (AMA) em 2026. O evento, conhecido por celebrar os maiores nomes da música, entregou uma noite repleta de reviravoltas, onde novatos brilharam intensamente e até mesmo ícones globais sentiram o sabor amargo da derrota. Em um cenário onde a única certeza é a mudança, o AMA de 2026 provou que o panorama musical está em constante evolução, abrindo espaço para novas vozes e sonoridades.
A maior surpresa da noite, e talvez a mais comentada, foi o completo ‘snub’ de Taylor Swift. Apesar de liderar as indicações com impressionantes oito nomeações, a superestrela pop, detentora do recorde de 40 AMAs, não conseguiu levar para casa nenhum troféu. Em contraste, nomes que há pouco tempo eram menos conhecidos, como KATSEYE, HUNTR/X e Sombr, emergiram como os grandes vencedores, cada um conquistando três cobiçados prêmios. Essa virada de jogo não apenas chocou a audiência, mas também sinalizou uma mudança significativa no reconhecimento da indústria.
A premiação de 2026 também reforçou a crescente diversidade de gêneros musicais que o AMA abrange. Desde a sua primeira edição em 1974, que contava apenas com as categorias pop/rock, soul/R&B e country, o evento expandiu-se dramaticamente. Este ano, foram distribuídos prêmios em hip-hop, música latina, rock/alternativo, dance/eletrônica, K-Pop, afrobeats e americana/folk, refletindo a pluralidade do mercado musical atual. Essa expansão demonstra o compromisso do AMA em reconhecer talentos de todos os cantos do mundo e de diversos estilos, incluindo a batida eletrônica que tanto amamos no Vibermix.

Destaques e Ausências Notáveis
Entre os momentos de destaque, Shakira brilhou ao vencer a categoria de Turnê do Ano, superando gigantes como Beyoncé e Lady Gaga, um feito notável para uma artista latina em uma categoria sem gênero definido. Da mesma forma, a sul-africana Tyla conquistou o prêmio de Música Social do Ano com “CHANEL”, demonstrando a crescente influência de sons globais. No entanto, nem todos tiveram a mesma sorte. Morgan Wallen, por exemplo, foi novamente ignorado na categoria de álbum country favorito, uma injustiça que se repete para o artista mais vendido da década no gênero.
A noite também viu o sucesso de grupos musicais. Três dos sete artistas que lideraram a noite com três vitórias cada – BTS, KATSEYE e HUNTR/X – eram grupos, um número excepcionalmente alto em comparação com anos anteriores, dominados por artistas solo. Por fim, uma ausência notável na cerimônia foi o segmento ‘In Memoriam’, algo presente na maioria das grandes premiações. Embora o AMA busque um público mais jovem e uma atmosfera festiva, a falta de uma homenagem aos artistas que nos deixaram, como Rob Base e Dash Crofts, foi um ponto que gerou comentários, mostrando que, mesmo em meio à celebração, a memória é fundamental para a história da música.

💡 Você sabia que Taylor Swift é a artista mais premiada na história do American Music Awards, com um total de 40 troféus, superando Michael Jackson (24 prêmios) por uma margem impressionante?



