No Memorial da América Latina, a energia do Heavy Metal une gerações, enquanto um pai, sua esposa e o filho chamado Adrian celebram a música que vai do Iron Maiden à herança cultural
No calor de 30°C que se fazia presente no Memorial da América Latina neste domingo, o bangers open air 2026 provou que a paixão pelo Heavy Metal não conhece limites. Entre as milhares de camisas pretas que cruzavam o recinto, um trio familiar chamou atenção: o diretor escolar Cid Costa, sua esposa Marcela e o jovem Adrian.
Cid, que trabalha como diretor e toca contrabaixo em bandas de metal, encontrou na música um caminho de sobrevivência e equilíbrio. Desde a adolescência, quando os riffs ofereciam uma válvula de escape para a raiva, ele percebeu que o metal era mais que barulho — era terapia. Esse sentimento o levou a escolher o Iron Maiden como sua banda predileta, um ato de reverência à mistura de técnica pesada e melodias vibrantes.
O Nome que Ecoa na Guitarra
Quando chegou a hora de escolher o nome do filho, Cid optou por Adrian, em homenagem ao lendário guitarrista Adrian Smith do Iron Maiden. Para o pai, o nome era uma homenagem à dedicação e ao talento do músico, além de soar bem na língua portuguesa. O jovem de 17 anos, agora chamado em público de Adrian, sorri ao explicar que o nome ajuda na cena de metal, embora ele ainda tenha que lidar com o fato de ser brasileiro.
O Momento Final: Smith/Kotzen no Palco
Ao assistir a apresentação do projeto Smith/Kotzen, onde Adrian Smith se encontrava ao lado do virtuoso Richie Kotzen, a família testemunhou um fechamento de ciclo. O show tornou-se mais que entretenimento; foi a celebração de um legado musical que atravessa gerações.
Para Cid e Marcela, o Bangers Open Air 2026 não foi apenas um festival, mas o palco onde a música, a família e a paixão pelo Heavy Metal se entrelaçaram em uma experiência única.


