O cenário eletrônico ganha um novo protagonista com a chegada de Blackhill, identidade fresca e cheia de propósito que Nick Sheldon acaba de revelar. A faixa inaugural, ‘Infinity’, não é apenas um cartão de visitas, é uma declaração de intenções: beats precisos, groove impecável e uma atmosfera que abraça a tradição do house sem perder o olhar no futuro. Com vocais desenhados por Anabel Englund, a música cria uma ponte elegante entre a nostalgia das pistas de Chicago e a energia pulsante dos dias de hoje.
Entre o Clássico e o Agora
O DNA de Blackhill respira influências de nomes que transformaram o progressive house e o deep house em linguagem universal. A construção de ‘Infinity’ valoriza cada detalhe: linhas vocais que flutuam sobre uma base de quatro tempos firmes, amostragens vocais cirúrgicas e uma quebra que realça a potência interpretativa de Englund. O resultado é uma jornada sonora que convida o corpo inteiro a responder, do primeiro acorde ao último eco.
Com um histórico de colaborações que já somam milhões de reproduções ao redor do mundo, Sheldon encontra em Blackhill a liberdade de sintetizar suas vivências sem amarras. O lançamento abre caminho para um ano intenso de novidades, parcerias inéditas e experimentações que devem consolidar esse alias como um dos mais interessantes da cena atual. O futuro soa alto, claro e infinito.


