O equilíbrio entre tradição e inovação na cena eletrônica
Ao retornar a Bangkok para o pré-festejo do Neon Countdown no Void Club, Thom, do Blasterjaxx, compartilha sua empolgação em reconectar com a torcida tailandesa e explorar novos territórios sonoros. Apesar da novidade do local, a energia do público é sempre constante, e a fusão entre tradição e experimentação promete um show memorável.
Com o projeto solo Thomm, o produtor mergulha no universo do techno, buscando liberdade criativa após anos no Big Room. “Com o Thomm, não há regras nem pressão – só criar algo que nos represente”, explica. A transição entre os gêneros exige equilíbrio, mas a inspiração vem da vontade de reinventar sem perder a essência do duo, que continua a moldar o som de festivais globais.
Refletindo sobre marcos como o EDC 2014, onde surpreendeu 80 mil espectadores na mainstage, Thom ressalta a importância de momentos que transcendem a música. “Essas experiências são o combustível para seguir em frente”, comenta, enquanto aponta que o futuro do Blasterjaxx passa por evoluir o Big Room sem abrir mão de sua identidade dramática. Para novos talentos, seu conselho é claro: invista em autenticidade e proteja seus direitos autorais.



