Cantora do blackpink conquista quarto prêmio Moon Person na cerimônia e leva referências tailandesas ao palco com performance impactante
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A noite foi histórica. LISA não apenas compareceu ao VMA 2026 — ela dominou. Após conquistar o primeiro prêmio da cerimônia, Melhor Pop por “Dream”, a integrante do BLACKPINK retornou ao palco do Peacock Theater, em Los Angeles, para uma performance que poucos esperariam: uma celebração visceral das suas raízes tailandesas através de “SaWaDiKa”. O gesto não foi apenas artístico — foi político, cultural e estrategicamente genial.
Vestida com body vermelho-escuro, botas até os joelhos e cabelo preso em rabo de cavalo alto, LISA comandou um número que misturou dança coletiva, projeções visuais e um elemento inesperado: um tuk-tuk em tamanho real. O veículo, icônico nas ruas de Bangkok, apareceu durante o segundo verso enquanto a cantora executava manobras rítmicas com o aparato, rimando em cima do palmo. A escolha não foi aleatória — o clipe de “SaWaDiKa” foi gravado na capital tailandesa e bebe diretamente da estética urbana do país, conectando o universo pop global com identidade cultural específica.
O que torna essa performance particularmente significativa é o contexto de carreira. LISA se tornou a primeira integrante do BLACKPINK a lançar material solo consistente após o hiato do grupo, e “SaWaDiKa” é a prova de que ela não depende do coletivo para gerar impacto. A faixa estreou na 69ª posição da Billboard Hot 100 — melhor colocação solo da artista na parada — e alcançou o 7º lugar na Digital Song Sales, seu quarto top 10 no ranking. Números que poucas artistas k-pop solo conseguem sustentar fora do grupo.
Analisando friamente, a escolha de Tyla — cantora sul-africana em ascensão — para apresentar o prêmio adiciona uma camada interessante: LISA está se posicionando como ponte entre mercados globais, não apenas como exportação coreana. A vitória sobre Ariana Grande, Olivia Rodrigo, Sabrina Carpenter e Taylor Swift em Melhor Pop não foi azar. Foi reconhecimento de que “Dream” funciona como crossover legítimo, não como curiosidade nichada.
O EP “PRESS PLAY”, previsto para 23 de outubro através da Lloud e RCA Records, promete ser o documento sonoro dessa jornada. LISA declarou que o projeto percorre sua trajetória desde as raízes na Tailândia até o momento atual, incorporando diferentes elementos culturais do país. Produzida por Thom Bridges e Ojivolta — nomes com pedigree em R&B contemporâneo e pop urbano —, “SaWaDiKa” soa menos como K-pop tradicional e mais como pop global com inflexões asiáticas, o que pode ser tanto sua maior força quanto seu risco mais calculado.
Resta saber se “SaWaDiKa” vai sustentar o momentum após a performance ou se será apenas mais um single de transição antes do próximo grande lançamento. O que é inegável: LISA entrou no VMA 2026 como convidada e saiu como protagonista. Com quatro indicações para “Dream” e agora quatro vitórias individuais no prêmio — incluindo K-pop por “Lalisa” (2022), “Rockstar” (2024) e “Born Again” (2025) —, a artista construiu uma trajetória solo que rivaliza com carreiras de décadas. O próximo capítulo, “PRESS PLAY”, será o teste definitivo de se essa ascensão é sustentável ou apenas um pico espetacular. A data de 23 de outubro será crucial para responder essa pergunta.
💡 Você sabia que LISA é a primeira artista solo de K-pop a vencer o prêmio de Melhor Pop no VMA? Até então, a categoria era dominada por nomes ocidentais como Beyoncé, Taylor Swift e Ariana Grande.
Mídia / Redes Sociais:
[Full Performance] #LISA ‘SaWaDiKa’ di #VMA 2026
SAWADIKA LISA ON VMAS #LISAisBACK_VMAs @wearelloud @MTV @vmas pic.twitter.com/Fs2XmB1B9f
— LISANESIA (@CREW_LISANESIA) September 28, 2026
Your votes came through for #Lisa🏆💖 “Dream” just won Best Pop at the 2026 #VMAs! @wearelloud pic.twitter.com/SR3rUrX01m
— Video Music Awards (@vmas) September 28, 2026
— Douglas W.


