O rapper cearense Matuê fez uma performance eletrizante, tornando-se o primeiro artista brasileiro do gênero a dominar o palco principal do renomado festival em Portugal.
⏱️ Em 5 segundos:
- Matuê se torna o primeiro rapper brasileiro a se apresentar no Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa.
- O show contou com cenografia futurista, figurino exclusivo e participações especiais.
- Repertório mesclou sucessos consagrados e a estreia ao vivo de ‘Rei Tuê’.
- Performance dividida em blocos, incluindo um formato de DJ set e outro com banda completa.
- Apresentação reforça a forte conexão do artista com o público português.
O Parque Tejo, em Lisboa, foi palco de um momento histórico para a música brasileira. O aclamado rapper cearense Matuê ascendeu ao grandioso Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa 2026, cravando seu nome como o primeiro artista de rap do Brasil a conquistar tal feito. Sua performance, que agitou a multidão presente, foi um espetáculo meticulosamente planejado, repleto de surpresas, cenografia exclusiva e um figurino que celebrava suas raízes e sua visão artística.
Desde o primeiro compasso, com o hit “777-666”, Matuê entregou uma experiência impactante. A cenografia, com suas formações monolíticas futuristas e projeções que evocavam um deserto distópico, transportou o público para o universo singular do artista. O repertório foi uma jornada pelos sucessos que dominaram as paradas brasileiras e portuguesas, incluindo “Conexões da Máfia”, que em 2023 estreou como a faixa mais executada em Portugal no Spotify, e outras pérolas como “Quer Voar” e “Crack com Mussilon”. O primeiro bloco, concebido como um DJ set, demonstrou a versatilidade de Matuê, que transitou livremente entre singles e B-sides de sua carreira, e contou com as participações especiais dos rappers Brandão e Cashley.
A energia do show ganhou novas camadas no segundo bloco, que marcou a estreia ao vivo de “Rei Tuê”, faixa do álbum “XTRANHO” (lançado em dezembro de 2025). Desta vez, Matuê foi acompanhado por uma banda completa, com guitarra, bateria, teclado e sintetizadores, elevando a complexidade sonora de músicas como a psicodélica “333” e “Os Melhores”, que encerrou a apresentação. O tapa-olho de prata, um elemento constante do figurino, foi uma homenagem à estética dos cangaceiros e ao banditismo nordestino, reforçando a conexão do artista com sua identidade cultural. O visual ainda incorporou referências do conceito NPC (Não Passa Credibilidade) e da anarquia punk japonesa, mostrando a fusão de influências que define o estilo de Matuê. Ao lado de nomes internacionais como 21 Savage e Central Cee, Matuê e Pedro Sampaio foram os únicos brasileiros a se apresentarem no palco principal do festival, consolidando a força da música nacional no cenário global.
Veja como foi o show de Matuê
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💡 Você sabia que a conexão de Matuê com Portugal é tão forte que ele já emplacou duas faixas em primeiro lugar no Top 50 do Spotify Portugal (‘M4’ e ‘Conexões da Máfia’) e esgotou shows em grandes arenas como a MEO Arena em Lisboa?
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