Após o sucesso estrondoso de ‘The Business’ e ‘Don’t Be Shy’, o lendário DJ holandês presenteia os fãs com um novo projeto que passeia por house, tech e reverências ao trance.
O ano de 2021 tem sido de reafirmação para Tiësto. Após cravar o hit de alcance global ‘The Business’ no radar das paradas e lançar a colaboração latina ‘Don’t Be Shy’ com KAROL G, o pioneiro da música eletrônica, recentemente aclamado como o 15º melhor DJ do mundo pela DJ Mag, acaba de presentear a cena com um pacote sonoro fresco e diversificado: o EP de cinco faixas intitulado ‘Together Again’.
O EP é uma verdadeira jornada sônica. A abertura, ‘Oohla Oohla’, é uma parceria com a dupla Lucas & Steve, que entrega um slap house potente, temperado com quebras de trap e vocais agudos, configurando-se como uma arma imediata para as pistas de dança. Em seguida, a colaboração com o produtor em ascensão Killfake, em ‘Money’, chama atenção. Esta faixa infundida em tecnologia bebe da fonte de samples clássicos, utilizando o icônico gancho vocal do single de 1999 de Ol’ Dirty Bastard, ‘Got Your Money’, mostrando a habilidade de Tiësto em apoiar novos talentos.
Um Aceno ao Passado e a Força do Presente
Para os seguidores de longa data, ‘I’ll Take You High’ será um momento nostálgico, pois Tiësto resgata suas raízes mais profundas do trance. Com vocais inspiradores e uma linha de sintetizador que promete dominar festivais, a faixa constrói uma explosão sonora com batidas pulsantes e linhas de baixo quentes. Essa energia elevada é mantida em ‘Clickbait’, que, embora mantenha o tom otimista, injeta uma sonoridade mais escura e crua, misturando elementos de big room, electro house e trance em um drop eletrizante.
Concluindo o projeto, ‘Be Something’, fruto da união com Ummet Ozcan e Tomhio, surge como a faixa mais acessível e com maior potencial radiofônico. A música é conduzida por um vocal cativante sobre progressões de piano, contrastando de forma sutil com um drop minimalista em termos de baixo e efeitos. No geral, ‘Together Again’ solidifica a forma magistral com que Tiësto navega entre o comercial e o underground, entregando um EP robusto para encerrar o ano em alta.
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