O DJ e produtor PSYRUS abre o coração e compartilha detalhes da sua jornada musical, desde os primeiros beats caseiros até os palcos internacionais. Em conversa com o portal, ele fala sobre os desafios, as influências e o processo criativo que culminou no lançamento da mais recente produção, “777”.
Da garagem ao festival
PSYRUS conta que tudo começou em um pequeno quarto, onde experimentava sintetizadores e samples que encontrava na internet. “Eu era fascinado pelos sons que ainda não existiam, e a ideia de criar algo único me motivava a passar horas mexendo nos knobs”, afirma. Essa curiosidade o levou a estudar produção musical de forma autodidata, mergulhando em tutoriais e trocando ideias em fóruns de produtores.
Com o tempo, o artista foi refinando seu estilo, misturando elementos de progressive house com toques melódicos mais intensos. A virada decisiva aconteceu quando suas primeiras faixas começaram a ganhar apoio de DJs renomados, abrindo portas para apresentações em clubes de Lisboa e, depois, nas maiores festas da Europa.
O nascimento de “777”
Sobre a nova música, PSYRUS revela que o título simboliza sorte e energia positiva, algo que ele queria transmitir nas pistas. “Queria criar um groove que fosse ao mesmo tempo cativante e hipnótico, algo que fizesse a multidão perder a noção do tempo”, explica. A produção contou com a colaboração da vocalista Elle Vee, cuja voz traz a camada emocional que equilibra a potência dos baixos.
O resultado é um track que combina riffs melódicos marcantes, batidas pulsantes e uma atmosfera quase transcendental. Desde o seu lançamento, “777” tem sido destaque nas playlists de grandes selos e já está presente nos setlists de festivais, provando que a aposta do artista valeu a pena.
Visões para o futuro
O produtor ainda compartilha planos ambiciosos: novos lançamentos, colaborações internacionais e a expectativa de levar a energia de “777” para os maiores palcos do mundo. “A música tem esse poder de conectar pessoas, e eu quero continuar criando momentos que fiquem na memória da galera”, conclui.


