Quebrada Viva: O Festival que Pulsa Arte e Inclusão na Brasilândia

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Com uma programação diversa e gratuita, o evento celebra a Cultura Periférica e gera oportunidades na Zona Norte de São Paulo.

⏱️ Em 5 segundos:

  • Festival Quebrada Viva acontece em 25 de julho na Brasilândia, SP.
  • Entrada gratuita com programação musical e cultural diversificada.
  • Atrações incluem Trio Mocotó, MC Luanna, Stefanie e DJs locais.
  • O evento visa fortalecer a arte periférica e gerar impacto social.

Quebrada Viva: Um Oásis Cultural e Inclusivo Emerge na Brasilândia

A Zona Norte de São Paulo se prepara para receber uma explosão de arte, música e cultura com a primeira edição do Festival Quebrada Viva. Marcado para o dia 25 de julho, no vibrante Parque Linear Bananal-Canivete, na Brasilândia, este evento totalmente gratuito promete ser um marco na celebração da produção artística periférica, oferecendo uma programação rica e diversificada para todas as idades.

Com início às 10h e estendendo-se até as 21h30, o festival é um caldeirão de talentos e ritmos. No palco principal, a partir das 14h, a energia começa com DJ Ray, que comanda as picapes ao lado de DJ Xum, Vossog, Lets Diaz, Ant & Refulgeo, demonstrando o poder da nova geração de discotecagem formada nas oficinas do projeto. A sequência sonora segue com a fusão de jazz, hip hop e improvisação de DeeJazz, antes de Stefanie subir ao palco às 17h, com a participação especial de Cristal. O icônico Trio Mocotó traz seu samba-rock inconfundível às 18h30, precedido por um cortejo contagiante do Bloco Jah É. O encerramento da noite fica por conta da performance eletrizante de MC Luanna, às 20h30, que promete incendiar o público com sua mistura autêntica de rap, trap e funk, após a set de DJ K-Mina.

Mas o Quebrada Viva vai muito além da música. O festival é uma verdadeira imersão cultural, com atrações como o espetáculo infantil “Os Piratas na Ilha do Tesouro Perdido”, as rimas potentes do Slam do Pico, a roda de samba do Caldeirão do Samba da Dobrada e as intervenções itinerantes do coletivo O Jazz Não Morde. Idealizado por Michelle Serra, o evento é a culminação de uma década de trabalho e dedicação à arte contemporânea periférica. “Sonho com esse festival há dez anos, quando iniciei minha carreira como produtora cultural independente, focada na arte contemporânea periférica”, revela Michelle, que enxerga o festival como um catalisador para a criação de oportunidades e empregos para mães solo e pessoas muitas vezes invisibilizadas pelo mercado. É um projeto que pulsa na construção coletiva e periférica, buscando não apenas entreter, mas também transformar.

Realizado pelo Ministério da Cultura, com apoio de instituições como o Instituto Poiesis e a Fábrica de Cultura da Brasilândia, o Festival Quebrada Viva é um exemplo inspirador de como a cultura pode ser uma ferramenta poderosa para a inclusão social e o desenvolvimento comunitário, reafirmando a potência das periferias de São Paulo.

Curiosidade Vibermix

💡 Você sabia que o Trio Mocotó, uma das atrações do Quebrada Viva, foi um dos pioneiros na fusão do samba com elementos de soul e funk nos anos 70, influenciando gerações de artistas brasileiros?


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