What So Not Volta às Raízes do Trap em Novo Projeto que Promete Reconfigurar Sua Carreira

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O produtor australiano anuncia ‘I Saw A Trap DJ AND IT CHANGED MY BIO CHEMISTRY’ como um retorno pessoal e artístico ao som que o consagrou, acompanhado de turnê limitada nos Estados Unidos.

⏱️ Em 5 segundos:

  • What So Not anuncia projeto trap ‘I SAW A TRAP DJ AND IT CHANGED MY BIO CHEMISTRY’ como retorno pessoal às suas raízes.
  • Turnê limitada nos EUA inclui clubes e festivais como Substance Las Vegas e Das Energi 2026.

Quando What So Not anuncia que encontrou um trap DJ que mudou sua bioquímica, a frase carrega um peso emocional que vai além do hype. O produtor australiano, que foi um dos arquitetos centrais do movimento trap e bass no início da década passada, revelou nesta semana o projeto I SAW A TRAP DJ AND IT CHANGED MY BIO CHEMISTRY – uma investida ousada que mistura nostalgia com renovação artística.

A novidade vem acompanhada de uma verdadeira reinvenção: reset social, nova direção criativa e uma turnê limitada que vai levar o artista a clubes e festivais selecionados nos Estados Unidos. Entre os pontos confirmados estão o Club Vinyl em Denver, 45 East em Portland, Substance em Las Vegas, Marquee NY, o Lost In Dreams Festival e a edição 2026 de Das Energi. Para além dos EUA, o roteiro também inclui apresentações na Austrália e no Canadá.

O Retorno Pessoal ao Som que Consagrou

Em declarações ao portal EDM House Network, What So Not deixou claro que esta não é apenas uma homenagem ao passado: “Por muito tempo, encontrei-me fugindo de um som que ajudei a criar. Na minha jornada para sempre fazer a ‘próxima’ coisa, acho que negligenciei a minha coisa.” Essa franqueza revela um artista que, após anos explorando drum & bass, produção analógica, songwriting cinematográfico e influências rítmicas globais, decidiu olhar para trás não com saudosismo, mas com maturidade.

Sua discografia, que inclui trabalhos como Not All The Beautiful Things, Anomaly, Motions e o EP colaborativo The Quiet That Hurts com Buunshin, mostra uma evolução constante. Com mais de 1,3 bilhão de streams acumulados entre faixas como “High You Are”, “Jaguar”, “Gemini” e “Be Ok Again”, e colaborações memoráveis com Skrillex, RL Grime, Killer Mike e Toto, What So Not já provou que seu alcance vai muito além do trap original. A diferença agora é que ele retorna ao fundamento de forma intencional, filtrando as raízes do trap pela experiência artística que construiu ao longo da década.

Turnê que Honra as Origens do Som

O fato de a turnê contemplar clubes pequenos ao lado de festivais de grande porte não é acidental. Nos primórdios do trap eletrônico, foi justamente nesse espaço mais íntimo – entre SoundCloud, remixes e comunidades de produtores – que o gênero floresceu antes de conquistar arenas monumentais como Coachella, Ultra Music Festival e Lollapalooza, palcos que What So Not já dominou com performances marcadas por visuais cinematográficos e produção story-led.

A venda antecipada começa nesta quinta-feira, 21 de maio, às 10h (horário local), com a venda geral no dia seguinte. O momento é de grande expectativa: quando um artista com a trajetória de What So Not decide olhar para o próprio passado com tanto propósito, o resultado tende a ser mais do que um simples relançamento de sonoridade – é uma redefinição de identidade musical.

Curiosidade Vibermix

💡 Você sabia que What So Not ajudou a definir o som do trap no cenário eletrônico global nos anos 2010, mas passou anos tentando fugir justamente dessa identidade que ele mesmo ajudou a criar?

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