O trio italiano de Big Room House fala sobre a energia única do público brasileiro e celebra o retorno à cena de festivais gigantes no país
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⏱️ Em 5 segundos:
- Meduza confirmou presença no Rock in Rio e demonstrou enorme entusiasmo ao pisar em um dos palcos mais icônicos da música mundial
- O trio italiano elogiou a energia do público brasileiro, dizendo que eles ‘têm alma e música dentro deles’
- A apresentação no festival marca um momento importante na carreira do grupo, que também estará no Tomorrowland 2026 na Bélgica
O cenário da música eletrônica mundial acaba de ganhar mais um capítulo empolgante. O trio italiano Meduza — formado por Luca De Gregorio, Mattia Vitale e Simone Giani — confirmou presença no Rock in Rio e não escondeu a empolgação com o retorno a um dos festivais mais emblemáticos do planeta. Para o grupo, que recentemente esteve entre os destaques absolutos do Tomorrowland 2026 no palco Freedom, tocar no Brasil representa muito mais do que uma nova data na agenda: é a consolidação de uma relação genuína com uma das nações mais apaixonadas por música eletrônica do mundo.
A conexão de Meduza com o público brasileiro já é construída há anos. Em entrevista à Billboard Brasil, o trio não poupou elogios à energia das pistas nacionais. ‘A relação com os brasileiros é sempre incrível. Toda vez que tocamos aí, seja em set de DJ ou no show ao vivo, é sempre um público vibrando e dançando em tudo que a gente toca’, disse o grupo, reforçando uma opinião que ecoa na cena: o Brasil tem uma capacidade rara de transformar apresentações em experiências coletivas memoráveis. ‘Toda vez que vou ao Brasil eu falo uma coisa: eles têm alma, têm música dentro deles. Não importa o que aconteça, eles estão se divertindo, curtindo um bom momento com os amigos, vibrando, dançando e cantando.’
O Rock in Rio, para Meduza, carrega um peso histórico pessoal que vai além do EDM. O trio revelou que cresceu ouvindo rock — Iron Maiden está entre as referências declaradas — e que os melhores shows que já viu na vida aconteceram no próprio festival. ‘É um lugar icônico, lendário. Pisar naquele palco vai ser mágico para a gente’, afirmou o trio, mostrando que a chegada ao Rock in Rio não é apenas uma conquista comercial, mas um sonho realizado por artistas que vêm da vertente dance music, mas nutrem reverência pela cultura do rock e dos grandes festivais de rock.
Essa confirmação coloca Meduza em um momento de ascensão consistente na carreira. Depois de emplacar hits globais como ‘Piece of Your Heart’ e ‘Bad Memories’ — este último em parceria com Sam Feldt e Kim Petras —, o trio italiano consolidou-se como uma das forças mais relevantes do Big Room House e do Progressive House contemporâneo. A transição de festivais europeus tradicionais para palcos de megaeventos no Brasil sinaliza que o grupo está buscando uma presença cada vez mais global, algo que poucos artistas do gênero conseguem sustentar com tanta autenticidade.
Do ponto de vista da cena brasileira, a chegada de Meduza ao Rock in Rio reforça uma tendência que vem se desenhando há anos: a fusão entre EDM e os grandes festivais de música ao vivo no país. O Brasil se consolidou como um dos mercados mais importantes para a música eletrônica na América Latina, e atrações como essa demonstram que o gênero deixou de ser nicho para se tornar parte do mainstream cultural do país. A resposta do público brasileiro, historicamente calorosa e entusiasta, costuma ser um termômetro confiável do impacto que esses artistas geram — e Meduza parece preparado para esse embate.
Olhando para frente, a participação de Meduza no Rock in Rio pode abrir portas não apenas para o trio, mas para uma nova onda de artistas europeus de Big Room House e Progressive House que veem no Brasil um terreno fértil para crescimento. Com o Tomorrowland Brasil já confirmado para os dias 30 de abril a 2 de maio de 2027, em Itu (SP), o calendário de festivais eletrônicos no país promete ser um dos mais agitados dos próximos anos. Seja no palco Freedom da Bélgica ou no lendário Rio, o que fica claro é que Meduza quer estar onde a música acontece — e o Brasil, definitivamente, é um desses lugares.
💡 Você sabia que o Rock in Rio já recebeu grandes nomes da música eletrônica ao longo de sua história, incluindo Swedish House Mafia, David Guetta e Alok, e que o festival já teve edições em Lisboa e Madrid, expandindo a influência da música eletrônica para outros países?
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— Douglas W.


