Rock in Rio 2026 revela horários do dia 5: metal pesado e dance music dominam a Cidade do Rock

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Sepultura abre o Palco Mundo enquanto Avenged Sevenfold e Bring Me the Horizon comandam a madrugada; veja a programação completa

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⏱️ Em 5 segundos:

  • Sepultura abre o Palco Mundo às 16h40 após anos longe do posto de headliner
  • Avenged Sevenfold e Bring Me the Horizon fecham o Palco Mundo já passando da meia-noite
  • James Hype comanda o New Dance Order às 01h30 em noite que mistura metal e dance music

Rock in Rio 2026: dia 5 promete ser um terremoto sonoro entre metal e dance music

O segundo dia do Rock in Rio 2026 promete ser um terremoto sonoro na Cidade do Rock. Enquanto o primeiro dia ficou marcado pela energia dos Foo Fighters e pelo rock nacional nostálgico, a sexta-feira (5) escala a tensão com um lineup que desafia rótulos: do metal extremo ao dance music, passando por revelações nacionais. A programação anunciada mostra que a organização está disposta a testar os limites do palco principal, começando com o peso histórico do Sepultura e terminando com a batida internacional de James Hype.

Palco Mundo

O dia 5 de setembro representa um momento crucial na curadoria desta edição. O Sepultura, que não pisava no Rock in Rio como headliner há anos, abre o Palco Mundo às 16h40, uma escolha estratégica que resgata a essência do metal brasileiro para aquecer o público antes da explosão internacional. Ao lado deles, Machine Gun Kelly ocupa um espaço curioso: o ex-rapper que migrou para o rock pop tenta conectar o público jovem do hip-hop com os fãs de guitarra. Já nas primeiras horas da madrugada, Avenged Sevenfold e Bring Me the Horizon assumem o comando, provando que o festival não teme apostar em peso pesado mesmo após a meia-noite.

New Dance Order e Supernova

O New Dance Order ganha destaque especial com nomes que estão moldando o cenário eletrônico atual. Victor Lou e o duo Camila Jun x Eli Iwasa representam a nova geração da música brasileira, enquanto Volkoder e James Hype trazem referências internacionais que misturam house melódico com energia de pista. É interessante notar como o festival tem investido neste palco: depois do sucesso do primeiro dia, a programação desta noite mostra que a dance music deixou de ser coadjuvante para se tornar protagonista em festivais de rock. Já o Supernova, palco novo desta edição, aposta na interseção entre rap, pop e rock nacional com Zerobadass, MC Taya, Lvcas e Supercombo, criando um espaço para artistas que não cabem nos palcos tradicionais.

Análise: ousadia na mistura de gêneros

O que torna este dia intrigante é a ousadia da programação em dividir o mesmo recinto com propostas tão distintas. Sepultura e Avenged Sevenfold na mesma noite pode parecer arriscado, mas funciona como um diálogo entre gerações do metal: enquanto a banda brasileira traz a raiz do thrash dos anos 80, os americanos representam o metalcore contemporâneo com produções elaboradas. A escolha de Poppy no Sunset também surpreende: a artista que transitou entre o pop experimental e o rock alternativo ocupa um espaço que poucos festivais no Brasil ousariam oferecer, mostrando que o Rock in Rio quer ser referência em diversidade sonora, não apenas em escalação óbvia.

Perspectiva: o que esperar depois deste dia

Depois desta noite intensa, a expectativa fica por conta dos próximos dias do Rock in Rio 2026. A mistura de Sepultura com Avenged Sevenfold pode se tornar um marco na história do festival, provando que é possível unir o peso do metal tradicional com o som contemporâneo sem perder a identidade. O sucesso do New Dance Order nesta noite pode garantir mais espaço para a música eletrônica nas próximas edições, enquanto o Supernova pode se tornar um terreno fértil para novas descobertas. Resta saber se a Cidade do Rock aguentará tanta energia em um único dia — mas pelo que promete o lineup, a resposta é que vai sobrar decibéis.

Curiosidade Vibermix

💡 Você sabia que o Sepultura não era headliner do Rock in Rio desde 2015, quando tocou ao lado do Metallica? O retorno da banda ao palco principal após mais de uma década simboliza a ressurreição do metal pesado no cenário de festivais brasileiros.


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— Douglas W.