A 23ª edição do festival acontece no dia 1º de agosto em ribeirão preto e terá cobertura por Multishow, Canal Bis, Globoplay e YouTube, reunindo mais de 65 mil pessoas.
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⏱️ Em 5 segundos:
- A 23ª edição do João Rock acontece no dia 1º de agosto em Ribeirão Preto com mais de 12 horas de música ao vivo.
- A transmissão será multitelas: Multishow, Canal Bis, Globoplay (aberto e Premium), canal oficial no YouTube e rádio 89 FM.
- Line-up com CPM 22, Marcelo D2, Marina Sena, BaianaSystem, Zé Ramalho, Criolo e Charlie Brown Jr. Acústico entre outros nomes.
O João Rock está prestes a escrever mais um capítulo decisivo na sua trajetória: a 23ª edição do festival, marcada para o próximo sábado (1º) em Ribeirão Preto, contará com uma transmissão ao vivo de peso, distribuída por múltiplas plataformas e com mais de 12 horas de programação ininterrupta. Quem não puder estar nos arredores do evento — que deve receber mais de 65 mil pessoas — terá a oportunidade de acompanhar cada palco em tempo real, sem ficar preso a uma única tela.
O festival nasceu em 2002 como uma aposta regional e, ao longo de duas décadas, se transformou em um dos pilares da cena de shows ao vivo no Brasil. Essa evolução reflete também a forma como o mercado de entretenimento musical se adaptou: o joão rock 2026 marca a primeira vez que a cobertura televisiva e digital contempla atrações de todos os palcos simultaneamente, uma mudança estrutural que coloca o evento no mesmo patamar de grandes festivais internacionais em termos de acessibilidade.
A estratégia de transmissão é ambiçosa e bem distribuída. O Multishow ficará responsável pelos shows do Palco João Rock, o Canal Bis levará as apresentações dos palcos Brasil e Aquarela, enquanto o Globoplay — aberto tanto para assinantes quanto para não assinantes — exibirá o Palco Fortalecendo a Cena a partir das 15h20 e outras atrações do festival. Para completar, o canal oficial do João Rock no YouTube fará a transmissão simultânea de toda a programação, do início ao fim, e a rádio 89 FM acompanhará ao vivo os shows do palco principal. Os assinantes do Globoplay Premium ainda terão acesso às transmissões do Multishow e do Canal Bis pela plataforma de streaming.
O line-up do João Rock 2026 é, por si só, um manifesto sobre a diversidade da música brasileira contemporânea. Do rock visceral do CPM 22 aos versos poéticos de Criolo, passando pela energia do BaianaSystem, a sensibilidade de Marina Sena, a raiz sertaneja de Zé Ramalho e Alceu Valença, e a reverência ao legado do Charlie Brown Jr. na versão Acústica com Marcão Britto e Thiago Castanho — além de nomes como Djonga, Nação Zumbi, Raimundos, Detonautas e Luedji Luna. Uma curadoria que equilibra nomes consolidados com novas apostas, como Yago Oproprio e Ajulliacosta, e que dificilmente deixará qualquer público insatisfeito.
O que essa cobertura multiplataforma revela é um movimento importante: a indústria musical brasileira finalmente entende que o festival não é apenas um evento presencial, mas um conteúdo editorial que precisa chegar a diferentes públicos. A escolha de apresentadores como Guilherme Guedes, Dedé Teicher, Chinaina e Xan Ravelli para comandar a transmissão sinaliza um esforço de democratização do acesso, tirando o festival das grades de Ribeirão Preto e colocando-o na sala de estar de milhões de brasileiros.
Olhando para frente, o João Rock 2026 pode servir como um modelo para outros festivais nacionais que ainda dependem de transmissões limitadas ou fragmentadas. Com o cenário da música ao vivo em plena expansão no Brasil — impulsionado tanto pelo retorno dos grandes eventos quanto pela valorização de artistas nacionais —, a forma como o festival se posiciona no ambiente digital pode definir não apenas a sua própria próxima edição, mas o padrão de cobertura de grandes festivais brasileiros nos próximos anos. A pergunta que fica é: quem mais vai seguir esse exemplo?
💡 Você sabia que o João Rock começou em 2002 como um evento local em Ribeirão Preto e, em apenas duas décadas, se consolidou como um dos maiores e mais relevantes festivais de música ao vivo do Brasil, chegando a reunir mais de 100 mil pessoas em edições históricas?
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— Douglas W.


