A 8ª edição do Festival reúne artistas capixabas e nacionais no Parque da Prainha, celebrando a diversidade sonora do Espírito Santo. O tema “Cidade são pessoas” reforça a conexão entre cultura e comunidade.
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⏱️ Em 5 segundos:
- Movimento Cidade celebra sua 8ª edição no Parque da Prainha, de 14 a 16 de agosto.
- Artistas locais como Budah, Maré Tardia e Fabricio apresentam a nova Cena Musical capixaba.
- O festival reúne nomes nacionais (Zeca Pagodinho, Emicida) e oferece ingressos gratuitos na sexta.
O Movimento Cidade, maior festival de artes integradas do Espírito Santo, surpreende ao revelar uma nova onda de talentos que coloca o estado no mapa da música eletrônica e urbana.
Na sua oitava edição, o evento chega de 14 a 16 de agosto ao Parque da Prainha, com o tema “Cidade são pessoas”. A proposta é valorizar a criação artística local, trazendo à tona produções que antes eram ouvidas apenas nos bastidores das festas de bairro.
Entre os nomes que ilustram essa diversidade estão Budah, que mistura batidas eletrônicas com ritmos regionais; Maré Tardia, que traz surf punk e indie; Ury Vieira, referência no samba de raiz; Roberta de Razão, que repete a tradição do brega psicodélico; e Fabricio, que incorpora MPB em composições eletrônicas. O line‑up também conta com atrações nacionais como Zeca Pagodinho, Gaby Amarantos, João Gomes e Emicida, que prometem fechar os dias de show.
A combinação de estilos – do EDM ao brega, do samba ao surf punk – demonstra que a cena capixaba já não se restringe a um único nicho, mas dialoga com correntes globais enquanto mantém identidade própria. Essa pluralidade reforça a percepção de que o Espírito Santo está passando por uma verdadeira revolução cultural, similar ao que ocorreu em cidades como Salvador e Recife nas últimas décadas.
Ao colocar artistas locais ao lado de ícones nacionais, o Movimento Cidade cria um ponto de encontro que pode acelerar a visibilidade desses talentos nas plataformas digitais e em festivais internacionais. A gratuidade na sexta‑feira, exigida apenas por doação de alimentos, reforça o caráter comunitário e deve atrair um público mais amplo, ampliando o impacto social do evento.
Com a 8ª edição consolidada, espera‑se que o festival continue a ser um catalisador para o desenvolvimento de uma indústria musical local forte, possibilitando que novos projetos sejam lançados, apoiados por gravadoras e até mesmo exportados para outros estados. O futuro do Movimento Cidade parece, portanto, tão vibrante quanto a própria cidade que o inspira.
💡 Você sabia que Fabricio mistura MPB com batidas eletrônicas, criando um estilo que vem sendo chamado de ‘MPB eletrônica’ e tem atraído público de todo o país?
— Douglas W.


