Sam Smith revela como Madonna o salvou durante polêmica de ‘Unholy’

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Em entrevista, artista britânico detalha o contato pessoal da Rainha do Pop que o ajudou a superar a controvérsia.

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⏱️ Em 5 segundos:

  • Sam Smith revelou em entrevista que Madonna o apoiou pessoalmente durante a Polêmica de ‘Unholy‘.
  • O artista britânico descreve a rainha do Pop como uma salvação para a comunidade queer.
  • Madonna já havia colaborado com Sam Smith na música ‘Vulgar’ em 2023.

Sam Smith não está apenas preparando seu novo álbum, ‘Hazel Eyes’, mas também compartilhando os bastidores de sua trajetória — e, dessa vez, a revelação é de cair o queixo: a Rainha do Pop, Madonna, foi uma figura de apoio crucial durante um dos momentos mais turbulentos da carreira do artista britânico.

A polêmica em torno de ‘Unholy’, o hit de 2022 que Sam Smith gravou com Kim Petras e que chegou ao topo do Billboard Hot 100, foi intensa. As apresentações visuais provocativas e o tema da música geraram uma reação significativa de parte do público e de setores conservadores. Foi nesse clima de controvérsia que Sam Smith recebeu uma mensagem que, em suas próprias palavras, foi um ‘comforto’ profundo. Em entrevista a Zane Lowe, na Apple Music, ele revelou que Madonna, uma das ícones mais duradouros da cultura pop e um símbolo da resistência queer, entrou em contato assim que a situação se desenrolou.

Para quem acompanha a cena musical, o peso desse apoio é compreensível. Sam Smith descreve Madonna como ‘minha mãe’ — não em um sentido literal, mas afetivo, reconhecendo nela uma figura maternal e inspiradora. Ele destacou que a artista norte-americana é ‘simplesmente irreal’ e que sua música atua como ‘uma salvação para pessoas queer’. Isso não é apenas uma fala de admiração; é o reconhecimento de quem passou por situações semelhantes e entende, por experiência própria, o que é defender a identidade e a liberdade artística em um cenário de pressão e julgamento.

O contexto histórico torna esse gesto ainda mais significativo. Madonna não é apenas uma cantora que se reinventou ao longo de décadas; é uma sobrevivente da cena musical, que enfrentou críticas, censuras e expectativas e sempre saiu fortalecida. Quando Sam Smith fala sobre a ‘resistência’ de Madonna, ele está falando de alguém que entende o custo de ser autêntico na indústria. E é justamente essa resiliência que ele encontra como inspiração para a própria carreira — um caminho que, agora, com o lançamento de ‘Hazel Eyes’, parece estar mais centrado na intimidade e na verdade pessoal do que nunca.

A conexão entre os dois vai além do apoio emocional. Os artistas já haviam se unido em estúdio para a faixa ‘Vulgar’, lançada em junho de 2023, e a presença de Madonna no Grammy daquele ano, introduzindo Sam Smith e Kim Petras em uma performance que foi interpretada como um gesto de solidariedade, ganha um novo significado com essas revelações. Parece que a química entre eles é mais do que profunda — é simbiótica, um troca de saberes entre gerações que entendem que a música é, acima de tudo, uma ferramenta de transformação.

Enquanto o novo disco de Sam Smith se aproxima, com ‘Hazel Eyes’ prometendo ser um trabalho mais íntimo e pessoal, essas histórias do passado servem como lembrete de que a carreira de um artista não é construída apenas em estúdio ou em palcos, mas também nas conexões humanas que o sustentam. O apoio de Madonna, nesse sentido, não foi apenas um gesto de solidariedade — foi um ato de preservação de uma heragem que Sam Smith pretende carregar adiante.


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— Douglas W.