BTS arrecada US$ 300 mil em leilão da Copa e camisa de Jimin lidera

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Itens doados pelo grupo sul-coreano para o Leilão Beneficente da final da Copa do Mundo de 2026 representaram quase metade de toda a arrecadação do evento promovido pela Christie’s em parceria com a FIFA.

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⏱️ Em 5 segundos:

  • BTS arrecadou US$ 300,3 mil (R$ 1,68 milhão) com sete itens doados ao leilão beneficente da final da Copa do Mundo de 2026
  • A camisa usada por Jimin no show do intervalo foi o item mais valioso, vendida por US$ 110 mil, empatando com a bola oficial da decisão
  • A renda total do leilão foi de US$ 652,6 mil, com destino ao FIFA Global Citizen Education Fund, que financia projetos de educação e futebol para crianças em vulnerabilidade em mais de 200 países

O BTS mais uma vez demonstrou que seu alcance vai muito além dos palcos de música eletrônica e pop. O grupo sul-coreano arrecadou nada menos que US$ 300,3 mil — cerca de R$ 1,68 milhão — com a doação de sete itens pessoais para o leilão beneficente promovido pela Christie’s em parceria com a FIFA e a Global Citizen durante a final da Copa do Mundo de 2026. O resultado representa quase metade (46%) de toda a receita do evento, que somou US$ 652,6 mil no total, e reforça o peso cultural e comercial que o grupo carrega em escala global.

O leilão “One Goal: An Auction to Benefit the FIFA Global Citizen Education Fund” reuniu mais de 40 itens ligados à Copa entre os dias 23 e 30 de julho, com toda a renda destinada a financiar projetos de educação e acesso ao futebol para crianças em situação de vulnerabilidade em mais de 200 países. A peça mais disputada foi, sem surpresa, a camisa usada por Jimin durante o show do intervalo da decisão, realizada em 20 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O item foi arrematado por US$ 110 mil (cerca de R$ 616 mil), valor idêntico ao da bola oficial da final entre Espanha e Argentina — o que coloca o ídolo do BTS no mesmo patamar de artefatos históricos do esporte mundial.

Mas Jimin não foi o único a brilhar no leilão. Os outros integrantes do grupo também tiveram suas peças valorizadas de forma expressiva: o cachecol de V e a jaqueta de Jung Kook foram vendidos por US$ 46,2 mil (aproximadamente R$ 259 mil) cada. As calças de SUGA alcançaram US$ 33 mil (R$ 185 mil), enquanto as luvas de J-Hope foram arrematadas por US$ 28,6 mil (R$ 160 mil). As botas de RM renderam US$ 19,8 mil (R$ 111 mil) e o cinto de Jin foi vendido por US$ 16,5 mil (R$ 92,4 mil). Cada peça carregava o peso simbólico de uma apresentação que consolidou o BTS como um dos maiores fenômenos de entretenimento da atualidade.

O que a cifra revela vai além do dinheiro. Pela primeira vez, um grupo de K-pop foi escalado para o intervalo de uma final de Copa do Mundo, e a receptividade do público — tanto presencial quanto global — traduziu-se em um poder de mercado que rivaliza com o de grandes ícones do esporte e da música ocidental. A cena do leilão, onde uma camisa de show se igualou em valor a uma bola oficial de uma final mundial, é um reflexo de como a cultura pop asiática redesenhou as fronteiras do entretenimento global nos últimos anos. Não se trata mais de um nicho de fãs dedicados; é um mercado bilionário que movimenta leilões de luxo, parcerias com a FIFA e atenção da indústria inteira.

Do ponto de vista estratégico, o BTS soube transformar um momento de exposição máxima — o show do intervalo — em um ativo de longo prazo. Os itens leiloados não eram apenas roupas: eram artefatos de um evento histórico, e o fato de terem sido vendidos em conjunto com peças de Lionel Messi, David Beckham, Madonna, Shakira e Justin Bieber em um mesmo evento posiciona o grupo em pé de igualdade com os maiores nomes da cultura pop mundial. A iniciativa beneficente também reforça a imagem de responsabilidade social do grupo, algo cada vez mais valorizado por uma geração de fãs que exige propósito além do entretenimento.

Enquanto celebram os resultados do leilão, os membros do BTS seguem em turnê mundial com o “ARIRANG”, e o grupo já tem datas confirmadas de volta ao MetLife Stadium para duas apresentações nos dias 1º e 2 de agosto — o mesmo palco onde brilharam na final. O que fica claro é que a influência do BTS não se limita às paradas musicais ou às redes sociais: ela se estende ao território dos grandes eventos globais, do esporte à filantropia, consolidando um legado que transcende gerações e fronteiras. A pergunta que fica é: quanto mais o grupo poderá mobilizar da próxima vez?

Curiosidade Vibermix

💡 Você sabia que… a apresentação do BTS na final da Copa do Mundo de 2026 marcou a primeira vez que um grupo de K-pop se apresentou no intervalo de uma final de Mundial, consolidando a expansão do gênero para os maiores palcos esportivos do planeta.


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— Douglas W.